08/02/2011

Cássio, um forte

 
William Monteiro

As minhas ligações com o senador eleito Cássio Cunha Lima são estreitas e sólidas. Há 22 anos venho acompanhando esse cidadão que é o maior líder da Paraíba de hoje, apesar de ter contra si adversários odientos e sofrer toda sorte de perseguições que um homem público pode suportar. Aliás, acho que nenhum outro político paraibano sobreviveria com a bravura e a altivez que Cássio carrega em si ante o que os seus antagonistas fazem com ele. De 1998 (quando o PMDB rachou e o ex-governador José Maranhão patrocinou o escândalo de confinamento de convencionais para assegurar os votos que lhe garantiram o comando do partido) até agora, Cássio foi alvo das mais sórdidas campanhas que se tem notícia na história recente do Estado.

Ancorado por um sistema de comunicação forte como o Correio da Paraíba (jornal, televisão e emissoras de rádio), Maranhão jogou de forma suja e pesada contra Cássio. O Correio, a serviço do ex-governador, bateu no senador de mais de um milhão de votos dia e noite sem parar. Criou fatos inexistentes, deu crédito a boatos desabonadores, divulgou mentiras criminosas, invadiu o âmago da família de Cássio para desestabilizá-lo e se valeu de todas as iniqüidades possíveis para deformar a imagem de um homem público que antes de tudo é um ser humano, que merece no mínimo o respeito à sua individualidade.

A tempestade ainda não passou. Mas Cássio já os venceu. Ele, aliás, nunca foi derrotado nas urnas e com gestos de grandeza e atitudes de estadista, deu o troco democrático à horda que fez do combate a sua pessoa uma razão de ser, um modo de viver, uma obsessão doentia e truculenta. A luz que Cássio irradia não será ofuscada pela ira dos vencidos, pois estes já estão sob a sombra de cada um deles, que não passam do tamanho que são.
Cássio tem os defeitos que todos os homens carregam consigo, mas antes é um amigo, é um cidadão e também um político. Quem não gosta do político não deve votar nele e tem o direito de combatê-lo no âmbito das trincheiras democráticas. E os seus adversários, capitaneados por Maranhão, utilizam-se de métodos lodosos para transformá-lo num monstro abominável e nele despejar todo o ódio dos seus diminutos corações.

Mas Cássio os venceu, porque ele é um vencedor nato e esse é o maior problema da vida dos que se dedicaram ao ofício de destruí-lo. Além de terem perdido o jogo, mesmo dispondo das ferramentas governamentais e da presteza de setores da imprensa paraibana, eles angariam dos cassistas a antipatia e o nojo que abundam no espírito da grande maioria, senão na totalidade, dos amigos, eleitores, simpatizantes e liderados incondicionais do filho de Ronaldo Cunha Lima.

Ronaldo é uma baraúna, a árvore que desafia qualquer seca e madeira que não dá cupim. E Cássio herdou essa força do pai. Continua de pé, firme, de cabeça erguida, frondoso em suas atitudes, largo no amor ao próximo e principal referência do processo político paraibano. Os adversário que só sabem ser inimigos e nunca contendores no ringue político, ainda vão pintar o sete para tirar do ex-governador campinense o mandato de senador que os paraibanos lhe conferiram. Mas independentemente da decisão que resultar das visíveis manobras que objetivam impedi-lo de assumir o Senado, Cássio continuará sendo a luz que norteia caminhos, o condutor das multidões em praças públicas e o timoneiro desse barco apinhado de infatigáveis soldados que não conhecem o medo e jamais fugirão à luta.

por: William Monteiro

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