De acordo com ele, nesses locais é fácil registrar não só a presença de verdadeiros “zumbis errantes” alienados pelos efeitos da droga, mas também um alto índice de criminalidade, especialmente crimes contra a vida (homicídios), e o patrimônio (furtos e roubos).
O mais preocupante é que esta realidade, que está exposta aos olhos de toda a população, é mais gritante e ostensiva, exatamente nos principais pontos turísticos de João Pessoa, ou seja, nossas “crackolândias” estão se formando e ganhando corpo exatamente na orla marítima, especialmente nas praias centrais da capital e no município de Cabedelo.
Por isto se faz necessário que de forma urgente e articulada, poder público e sociedade civil organizada promovam ações estratégicas para coibir tais práticas criminosas, pois só assim poderemos preservar não só a saúde dessas pessoas usuárias, mas também a segurança de todos e a boa imagem do nosso estado e especialmente da nossa querida João Pessoa.
Deusimar Guedes lembra que nos últimos tempos, um termo do vocabulário inglês se tornou conhecido de todos os brasileiros, e é certamente uma das palavras mais citadas e comentadas atualmente por todos. Trata-se da nomenclatura “crack”. Ele explica que embora a grande maioria dos cidadãos e cidadãs desconheça o real significado da palavra crack, não é novidade para ninguém tratar-se de um pseudônimo atribuído à cocaína na forma de pedra.
“Devemos lembrar que o motivo deste batismo deve-se exatamente ao barulho, que faz a cocaína em forma de “base” quando está sendo queimada, seja no ato da preparação da droga (cozimento), seja no momento que é fumada pelos usuários. Assim, o termo “crack” é originário da palavra ‘to crack’” que no vocabulário inglês significa barulho, estalo, pequenos estampidos etc.
Embora a grande maioria dos cidadãos e cidadãs desconheça o real significado desta, não é novidade para ninguém tratar-se de um pseudônimo atribuído à cocaína na forma de pedra. Devemos lembrar que o motivo deste batismo deve-se exatamente ao barulho, que faz a cocaína em forma de “base” quando está sendo queimada, seja no ato da preparação da droga (cozimento), seja no momento que é fumada pelos usuários. Assim, o termo “crack” é originário da palavra “to crack” que no vocabulário inglês significa barulho, estalo, pequenos estampidos etc.
O mais grave disso tudo é que esta substância, por ser dotada de alto poder viciante, disseminou-se de tal forma que hoje podemos dizer que de alguma forma todos os lares brasileiros já foram alcançados pela mesma. Posso estar sendo alarmista, mas quem de nós não já teve um objeto furtado, ou foi vítima de um assalto, ou de uma agressão na rua por parte de alguém drogado? E como sabemos, o principal combustível desses crimes é a droga, especialmente o “crack”, produto ilícito que mais cresceu em consumo nos últimos anos. Sem esquecer que parcela significativa dos lares brasileiros hoje sofre, com o envolvimento de entes queridos com esta droga.
Outro aspecto de extrema gravidade produzido pelo consumo desta substância é o incremento dos crimes sexuais contra crianças e jovens. Tenho ouvido relatos de usuários de “crack” que convivem na orla marítima da capital paraibana, especialmente meninas menores de quatorze anos de idade, que se submetem a práticas sexuais com adultos pela quantia de até R$ 1,00 (um real).
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