05/03/2011

Ah Saudades!

Não sei se a voracidade da ação do tempo ou o péssimo repertório musical, atualmente utilizado, nos faz sentir a dor da saudade. As maviosas canções, frevos e outros gêneros musicais continham romantismo; enterneciam todo um povo. As suas letras, muito das vezes, ingênuas e pueris nos levavam aos mais belos sentimentos, nos faziam mais solidários, mais amigos, mais alegres, mais humanos e mais românticos.

O corso, os tradicionais mela-mela, o banho de mangueira, as máscaras eram um somatório de toda a ingenuidade de uma época, as brincadeiras se processavam e aconteciam na mais branda espontaneidade sem a famigerada violência, hoje existente. Inexistia àquela época os malefícios das desprezíveis drogas, verdadeira praga que vem corroendo a família e, sobretudo, a juventude o seu alvo mais vulnerável.

Urge que os mais jovens mirem-se nos exemplos dos mais experientes e inspirados nas repetidas marchinhas de carnaval vivam esse momentos momescos com mais alegria e responsabilidades tendo em mente que muitos outros carnavais virão e certamente estarão extravasando contentamento.

Ah saudades! Sou saudosista sim!

Napoleão Ramos de Brito

João Pessoa, 5.3.2011

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