06/03/2011

Empresa especializada recolhe lixo hospitalar em Juazeirinho a cada oito dias

 Desde que assumiu a Prefeitura de Juazeirinho e, consequentemente, o controle da Fundação Assistencial e Hospitalar da cidade, o prefeito Bevilacqua Matias (PRB) contratou a Serquip, legalizada junto a Agevisa e especializada no recolhimento e tratamento do lixo hospitalar.

A cada oito dias, a empresa vai até o hospital e recolhe todo o lixo produzido por aquela casa de saúde. Ato continuo, transporta os resíduos hospitalar para João Pessoa.

Na capital, o lixo, que não pode se r jogado em qualquer ambiente, é tratado de maneira adequada e incinerado.

Segundo o diretor financeiro da Fundação, Bergson Vital, essa iniciativa de tratar o lixo contribui com o meio ambiente e, principalmente, com a saúde, tanto dos funcionários do hospital quanto dos pacientes de diversos municípios que se tratam neste centro.

“Com a contratação da Serquip, para o recolhimento do lixo hospitalar, passamos a contribuir com o meio ambiente e também com a saúde dos funcionários e da população de forma geral, já que a medida diminui consideravelmente o risco de contaminação”, salienta Bergson.
De acordo com o diretor, trata-se de um avanço na questão dos resíduos, porque, em 35 anos de existência da Fundação Hospitalar, isso nunca havia acontecido.

“Agradecemos ao prefeito Bevilacqua, pois este se preocupa verdadeiramente com o bem-estar de toda a população, não apenas de Juazeirinho, mas de vários municípios da região que enviam seus pacientes para serem tratados aqui. Nas gestões anteriores, por exemplo, o lixo hospitalar era jogado, pasmem, no lixão a céu aberto, juntamente com os demais resíduos domésticos, o que trazia grande risco para quem mantivesse contato com aquele tipo de lixo. E nós sabemos que várias pessoas retiram o sustento dali”, finaliza.

Perigo provocado pelo lixo hospitalar manejado de forma inadequada

Se não receberem manejo adequado, os dejetos gerados por unidades de saúde, necrotérios, consultórios e até clínicas veterinárias representam um grande perigo, tanto para a saúde das pessoas quanto para o meio ambiente.

O Brasil gera cerca de 149 mil toneladas de resíduos urbanos por dia. Estima-se que a geração de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) represente de 1% a 3 % deste volume (entre 1,49t e 4,47t).

Dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico mostram que 63% dos municípios brasileiros possuem coleta de Resíduos de Serviços de Saúde. Dessas cidades, apenas 18% utilizam algum tipo de tecnologia de tratamento para os RSS, enquanto 36% queimam esses materiais a céu aberto e quase 35% não adotam qualquer tipo de tratamento.

A população deve denunciar aos órgãos locais de Meio Ambiente casos de inadequação dos aterros sanitários. A reclamação deve ser feita à Vigilância Sanitária do estado ou município em caso de irregularidade cometida por u nidade de saúde. As normas reguladoras da vigilância Sanitária e do Meio Ambiente estabelecem critérios de fiscalização e aplicação de penalidades.

Sobre o grupo Serquip

A Serquip Tratamento de Resíduos Ltda é uma empresa totalmente brasileira, com experiência na gestão de resíduos sólidos urbanos. Atualmente prestando serviço de coleta, transporte e incineração dos resíduos sólidos perigosos.

Pioneira em diversos Estados no tratamento através da tecnologia de oxidação térmica (incineração), a Serquip é atualmente uma das três empresas no Estado da Bahia licenciada a tratar resíduos sólidos oriundos dos serviços de saúde.

A Empresa possui unidades operacionais em 8 Estados do Brasil: a primeira, localizada na BR 101 Norte, município do Recife, com capacidade instalada para tratamento de 25 toneladas diárias. No sertão Pernambucano, no município de Petrolina com capacidade instalada para tratamen to de 2,5 toneladas diárias.

Vitrine do Cariri
Secom de Juazeirinho – Heleno Lima

Um comentário:

  1. Amaury Ramos Pereira6 de março de 2011 às 21:18

    Boa iniciativa do executivo de Juazeirinho, era importante que Soledade também fizesse a mesma ação, lembre-se que tem diversas pessoas que tiram seu sustento (unica renda) e de suas famílias do lixão de nossa cidade que é misturado ao lixo hospitalar. Taí uma boa idéia e um alerta ao competente Secretário de maio ambiente, Zé Bento.

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